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Uma maldição chamada estores

por Maria Popia, em 17.03.16

Se há coisa que me irrita os nervos e que eu temo, quiçá mesmo mais do que a morte, são estores avariados.

Por exemplo, uma pessoa vai deitar-se e baixa o estore do quarto. Eis que acontece a bonita coisa do dito cujo parar a meio da descida e ali fica, paralisado, não sobe nem desce. Não vale a pena forçar nem rezar a todos os santinhos desta vida porque o estore não se vai mover nem um milímetro.

Depois vem a parte de dormir com o quarto cheio de luz e pelas 6 da manhã parece que já é meio dia. Eu não consigo dormir com luz por isso o drama instala-se.

E conseguir alguém que trate do problema em tempo útil sem me levar os olhos da cara? Esqueçam lá isso. Ainda hoje não consegui arranjar alguém que me arranje os estores e que são seja demasiado caro. Num mundo ideal teríamos sempre os contactos das melhores pessoas para tratar dos problemas caseiros: canalizadores, eletricistas, pedreiros, etc. 

E que habitava num T1 e já achava que a casa tinha estores a mais, imaginem o medo que tenho agora que eu e o mais-que-tudo vivemos num T3. há janelas que nunca mais acabam.

Nós, ser humanos (supostamente) tão evoluídos podiamos já ter inventado alguma coisa melhor do que os malditos estores.

estores.jpeg

 

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Esclareçam-me por favor

por Maria Popia, em 11.01.16

Então no início do mês passado, dezembro portanto, mandámos pintar a nossa casa nova. O pintor fez o que tinha a fazer, nada a apontar, mas nunca mais me disse nada para receber o pagamento pelo trabalho.

Aliás eu é que já lhe liguei um par de vezes a perguntar "mas afinal não quer receber?". Nunca me tinha acontecido tal coisa. Isto não é lá muito normal pois não?

 

P.S - E está a acontecer-me a mesma coisa com a Sra que me limpou a casa, já lá vai um mês e nunca mais me disse nada.

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A minha primeira vez...no Ikea

por Maria Popia, em 13.12.15

Sim é verdade eu nunca tinha a uma loja Ikea. Para os mais chocados a explicação é simples: nunca tinha sentido necessidade.

Agora com a casa nova estávamos a precisar de comprar algumas estantes, mesa de tv, entre outras coisas. Como gostamos do estilo minimalista das coisas, e claro do preço, marcámos o dia, preparámos uma lista com aquilo que queríamos e lá fomos. Ah, e claro que fomos munidos com uma carrinha grande para pudermos trazer tudo sem crises.

A loja escolhida foi a Ikea de Matosinhos. Sem sabermos muito bem como a coisa funcionava lá entrámos e fomos à descoberta. Fomos logo para a zona do armazém self service, e pensei "Ora bolas, então mas é só isto? Então e as coisas todas fofinhas em exposição?". Claro que depois acabámos por passar por essa zona e visitámos a loja toda, mas para primeira impressão foi assim um bocado assustador.

Como sou uma pessoa prevenida, na nossa lista acrescentei a referência de cada uma das coisas que queríamos comprar, o que tornou tudo muito fácil. Viva o site da Ikea.

Resumindo conseguimos comprar tudo o que queríamos e mais algumas coisas. A parte chata é que as caixas pesavam horrores e tivemos de repartir as compras em 2 vezes porque já conseguiamos empurar os carrinhos.

Mas a parte mesmo mesmo pior é que hoje não me mexo, estou toda partida. E temos um monte de caixas a olhar para nós à espera de serem montadas.

Aguenta corpitxo!

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Socorro!

por Maria Popia, em 07.09.15

Nos últimos tempos tenho apostado na marmita. Que é como quem diz tenho trazido o almoço de casa. 

O problema é que estou a ficar sem ideias de receitas que possa fazer. Não sou uma cozinheira de mão cheia mas desenrrasco-me, por isso aposto sempre em pratos mais fáceis e rápidos de fazer (até porque nunca me apetece cozinhar depois de um dia de trabalho).

Alguém caridoso desse lado tem boas sugestões de receitas? Partilhem que não digo a ninguém!

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Decisões de gente adulta

por Maria Popia, em 23.03.15

Eu e o mais que tudo vivemos num T1 arrendado. Desde que saí da casa dos meus pais passei já por várias casas, primeiro enquanto estudante e agora como parte de um jovem casal (tão fofinhos!!).

Na verdade, nunca pensei sequer na hipótese de avançar com a compra de uma casa até há umas semanitas atrás. Estávamos a falar na renda da casa e de que, quando a família aumentar um dia, teríamos de procurar uma casa maior. E foi aí que começámos a falar na compra de uma casa.

Confesso que a ideia me assusta um bocado porque, e mais importante, nós não temos dinheiro para comprar uma casa. Por isso, e tal como a maioria das pessoas, teremos de recorrer a um empréstimo. E é aqui que me começam a dar dores de barriga, só de pensar em estar 40 anos a pagar uma dívida.

Eu sei que é uma coisa normal, mas não estou habituada a ter dívidas. Os meus pais nunca tiveram este tipo de empréstimo porque sempre tivemos a casa da minha mãe. 

Tudo bem que, pelo menos por enquanto, estamos os dois a trabalhar e é uma coisa fixa. Mas sei lá eu onde vou estar daqui a, vá lá, dois anos, quanto mais 40. 

Por outro lado, o que ando a pagar de renda dava para ir pagando uma casa que seria minha, onde podia ter tudo como queria. Numa casa arrendada isso não acontece, nunca é a nossa casa.

E vocês, são mais de arrendar ou de tentar comprar? 

Opiniões precisam-se e são muito bem-vindas!

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Só me acontece a mim?

por Maria Popia, em 18.03.15

Eu e o mais-que-tudo já andávamos a algum tempo a pensar comprar um sofá novo. E eu, no auge do meu enorme tamanho (revelo que tenho 1,53), queria um sofá enorme com direito a chaise longue e tudo. Mesmo para me perder lá dentro.

Desde que vivemos juntos sempre tivemos um sofá de dois lugares, mas confesso que sentia falta de me esticar e deitar no sofá sem ter de, por causa disso, atropelar e "mochar" o meu mais-que-tudo. 

Ora no fim de semana, sem estarmos à espera, damos de caras com uma loja de sofás em liquidação total, com descontos que iam até aos 90%. Confesso que não avistei nada com tanto desconto, mas se os senhores anunciam vamos acreditar que havia por lá um sofázito quase dado. Perante esta tentação, toda eu se atirou para dentro da loja. Um verdadeiro paraíso de sofás e , lá pelo meio, encontrámos mesmo aquilo que queríamos: um sofá chaise longue em tons de castanho e turrón (nome altamente técnico) com um valente desconto.

Ontem ao fim do dia recebemos o tão esperado sofá em casa. Primeiras impressões: ok, onde é que vamos pôr o sofá? Porque razão parece 3x maior do que eu me lembrava? 

A culpa foi da loja que, por ser gigante, as coisas pareciam mais pequenas. A nossa sala, sendo grande, não é assim tão grande. Respirar fundo e ir por partes. Primeiro tirámos o sofá antigo da sala (ou melhor está lá arrumado a um canto até decidirmos o que fazer com ele) e depois experimentar quais os sítios onde o sofá-piscina poderia ficar bem. 

As primeiras tentativas saíram completamente falhadas. Encostado à parede ficava mal, no meio da sala ficava ainda pior. Parar, pensar melhor e ir ao Pinterest ver soluções de decoração para salas. Lá encontrámos uma forma de ficar bem. Mais encostado à janela, ao canto, em frente à tv (claro) e não totalmente encostado às paredes. Agora o problema está nas ditas paredes. Com estas mudanças todas a estante que tapava uma das paredes ficou sem nada. Tenho todo um mar de branco para preencher e não sei como.

Resolve-se um pequeno drama e já arranjo outro. Pelo menos são apenas "first world problems".

 

 

P.S - Estou neste momento a acender velinhas a todos os santinhos para que a minha Gi (é uma gata) não se lembre de afiar as unhas no sofá.

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A nossa casa

por Maria Popia, em 21.01.15

casa.jpg

Quando em 2006 os meus pais me levaram para apanhar o expresso que me levaria para a universidade não sabíamos (ou no fundo sabíamos bem demais) que esse seria aquele momento em que terminaria um ciclo. Na verdade, foi a partir desse momento exato em que deixei de fazer parte do dia à dia dos meus pais e ficou para trás a vida como a conhecia desde que nasci.

Nessa altura eu não tive noção disso, mas eles tiveram. Para mim era o ínicio de uma nova etapa: a universidade. Tudo era novo, os lugares, as pessoas, as vivências. E por isso talvez não tenha notado que para eles a vida continuou igual mas sem mim. Bolas, isso deve ter sido doloroso (e talvez ainda seja).

O facto de ser filha única e lá em casa sermos só 3, pai, mãe e filha, ao sair um de nós a casa ficou brutalmente mais vazia. Mas eu não pensei nisso na altura, não me lembrei disso. E só há uns anos, já depois de terminar a universidade e estar a trabalhar, é que me apercebi que a "minha" casa me faz tanta falta. E se a mim me faz falta, quanta falta não faço eu aos meus pais?

Mas a vida é assim, tem as suas rotinas e caminhos. E ainda bem que consegui tudo aquilo que hoje tenho. Tenho um emprego, apesar de estar longe de toda a minha família. E vou pensando que eles têm de estar felizes. Seria pior se não me pudesse sustentar e tivessem de ser eles hoje a fazê-lo.

Quando regresso a casa o meu quarto está lá como o deixei. Ao vir embora há sempre uma parte que fica e dói muito dizer adeus. Apetece sempre ficar mais um pouco. Mal consigo imaginar o que sentem aqueles que estão noutros países. Estar longe daqueles que fazem parte de nós não é fácil.

Será que os pais estão mesmo preparados para ver os filhos "sair do ninho e voar"? Só saberei quando tiver os meus próprios filhos. Até lá, espero continuar a ter por muitos e bons anos a casa onde voltar. E o colinho mais que bom dos meus pais.

(Perdoem-me a lamechice. Os dias cinzentos têm destas coisas.)

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Receber visitas

por Maria Popia, em 07.01.15

welcome.jpg

Estes malandrecos do sapo blogs andam a deixar-me muito mal habituada, essa é que é essa. Então em dois dias seguidos destacam assim o meu humilde estaminé? Olhem que o meu pequeno coração não aguenta tanta emoção (todo um poema e tudo).

Posto isto, estava aqui a pensar que as visitas aos nossos blogs é, no fundo, como receber pessoas em casa. O meu primero pensamento é sempre, "ai jesus, será que tenho o estaminé bem arrumadinho?". Mais ou menos como quando recebemos uma visita de surpresa em casa e pensamos se não deixámos peúgas algures no chão da casa de banho.

E depois é a alegria de ir conhecendo novos blogs, novas pessoas. De encontrar situações tão semelhantes às nossas e com isso perceber que não estamos sozinhos no mundo (o drama!). De ir descobrindo coisas novas praticamente todos os dias.

Assim sendo, um grande olá a todos aqueles que vierem por bem, e também a todos os que vierem por mal. Vinde vinde que depois cá nos entendemos.

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Já posso abrir um negócio de mudanças

por Maria Popia, em 19.08.14

Pois é meus amigos e amigas quase que posso dizer que estou apta a enveredar por um negócio de fazer mudanças. E ainda ser a mão de obra trabalhadora (ou talvez não).

Ontem conseguimos finalmente mudar as coisas mais indispensáveis para a casa nova. Por coisas indispensáveis entenda-se a cama, colchão, sofá e tv da sala. Dá para acreditar que conseguimos transportar o sofá, o colchão e ainda desmontar e voltar a montar a cama? Eu ainda nem acredito.

Não contratámos nenhuma empresa de mudanças porque queriamos poupar uns trocos para investir numa mesa da sala e em mais algumas coisitas. Então decidimos que seriamos nós dois (eu e o meu mais-que-tudo) a tentar fazer o trabalho pesado.

Claro que duvidei da minha força bruta para arcar com tamanha demanda. Do alto do meu metro e meio (mais uns centímetros) nunca pensei relamente que fôssemos bem sucedidos. Já me tinha imaginado soterrada por um colchão a tentar ligar para o 112.

Mas a verdade é que a coisa correu bastante bem. Deixo a dica, quando tiverem de mudar um colchão, geralmente não cabem no elevador, arranjem um lençol assim mais velhote. Não sujam o colchão e dá para distribuir melhor o peso, basta ir arrastando escada abaixo (cuidado para não o deixarem ir em modo avalanche pela escadaria).

Agora é tratar de mudar as coisas mais pequenas e tentar deitar fora muitas daquelas bugigangas que acabamos sempre por acumular. O resto da semana vai ser para me desfazer dessas coisinhas que enchem gavetas e mais gavetas e que raramente são usadas.

Comecemos uma nova fase :)

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De novo com a casa às costas

por Maria Popia, em 30.07.14

Em feveiro do ano passado eu e o meu mais-que-tudo mudámos de casa. Tudo era lindo e perfeito até ao dia em que reparámos que o portão de acesso às garagens fazia uma chiadeira infernal. Na altura até partilhei aqui este meu drama.

Apesar da situação se ter resolvido na altura (quase 2meses depois)  e de termos paz durante alguns meses, a verdade é que de vez em quando voltamos a ter chatices. Mas quem me manda a mim arrendar uma casa onde reparei em todos os pormenores menos no pequeno-gigante pormenor de ter o quarto mesmo por cima do portão das garagens?

Nestes últimos 3 meses decidimos que apesar de adorarmos o apartamento não podemos continuar a viver com estas chatices constantes. Por isso, toca a procurar casa. E isto não é uma tarefa nada fácil, tal como muitos de vós devem saber.

As casas que visitámos ou eram demasiado pequenas, ou longe de tudo (não queremos sair da zona onde vivemos atualmente), ou estupidamente caras. Ah e também há a bonita história dos senhorios que não fazem contrato e nem passam recibos, um clássico. Numa das casas chegaram ao cúmulo de nos pedir para termos pena dos senhorios porque estavam no escalão máximo do irs (ricos portanto!) e então "coitados" iriam pagar muito às finanças se fizessem contrato de arrendamento. Juro que perdi a fé na honestidade das pessoas.

Quando já tínhamos aceitado que a sorte não estava do nosso lado eis que, em vez de sermos nós a ir ter com um apartamento, foi ele que veio ter connosco. Estávamos numa reunião de condomínio (mais uma vez por causa do maldito portão) e conversa puxa conversa falámos nestas nossas desventuras e na quantidade de gente desleal que por aí anda. Ora no nosso prédio estavam a pensar arrendar um apartamento e basicamente devemos mudar-nos para lá.

Ou isto corre bem e foi o karma a presentear-nos ou então daqui a uns tempos venho outra vez contar-vos os meus novos dramas habitacionais. Só peço um pouquinho de sorte por favor!

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