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Mas o que é isto?

por Maria Popia, em 13.12.15

Saí de casa para ir ao continente fazer umas compras e basicamente voltei para casa a fugir. E porquê?

Era humanamente impossível transitar e o pior de tudo foi ver filas para as caixas que davam voltas tão grandes que pareciam um jogo de snake.

Suponho que seja do aproximar do dia de natal mas juro que não me lembro de ver um cenário destes.

Tivesse eu adivinhado isto e tinha feito compras há um mês atrás. Comprava conservas e outros alimentos daqueles dignos de levar para um bunker em caso de calamidade.

Como é que eu vou fazer compras? Algumas dicas?

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Os homens e os saldos

por Maria Popia, em 10.07.15

Começo indo direta ao assunto....vocês, desse lado, conhecem algum homem que goste de ir aos saldos? 

Nem sequer pergunto se há homens que gostem de acompanhar a sua mais-que-tudo nos saldos, pela minha experiência e exemplos de pessoas que me rodeiam, não conheço nenhum espécime masculino que se aventure num programa destes.

Amor, amor, saldos à parte!

Eu acho sempre que o meu mais-que-tudo precisa de roupa. Ele nem por isso. Ora nos saldos farto-me de insistir com ele, "Aproveita para comprar calças nesta altura", "Olha que as coisas estão mais baratas". Enfim, agora que penso nisso até pareço mãe dele.

Mas e fazer com que ele efetivamente vá às compras? É um desafio. Eventualmente há um dia em que ele lá diz "Pronto, vamos lá".

Depois sou eu a dizer-lhe que está tudo muito mais em conta, e ele acha que não (tem cá uma pontinha de Ebenezer Scrooge este meu moçoilo). Acho sempre que ele podia levar mais qualquer coisa, ir a mais umas lojas. Depois olho para ele e já está a rezar para irmos embora.

E há também o momento em que eu digo "olha vou só ali, num instante (geralmente nunca é, my bad), ver aquela camisola". Quando volto ele olha para mim a sentir-se traído, "Enganas-me sempre".

Cá por casa o homem e os saldos é uma relação complicada que precisa de muito trabalho e paciência. 

 

 

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Fui aos saldos...

por Maria Popia, em 30.06.15

...e mais valia ter ficado sossegadinha em casa.

Ou todo o mundo foi antes de mim e açambarcaram com tudo o que era bonito, barato e tamanho S ou então tais pecinhas nunca existiram.

Nem mesmo a zara se escapou a essa desertificação de coisas boas para comprar.

Quem por aí já foi aos saldos? E que tal?

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São aos milhares...

por Maria Popia, em 16.09.14

...e mais não digo.

Vídeo do JN live
 

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A demanda das compras de Natal

por Maria Popia, em 13.12.12

Por mais que todos os anos nos venham com a conversa "Este ano isto está mau, não se podem oferecer prendas", a verdade é acabamos sempre por receber as ditas prendas de Natal (nem que sejam as malfadadas meias, os piijamas, ou mesmo os lençóis polares) e não queremos estar de mãos a abanar na altura da troca. Pequeno aparte, quando era mais pequena detestava que me oferecessem meias e pijamas, agora se for isto que me espera no sapatinho fico toda contente (estou a realmente a ficar velha).

Mas voltemos à questão que aqui nos trouxe...as prendas de Natal. Gosto muito regressar às origens e levar a mala carregadinha de presentes para a família. Dá-me tanto prazer poder oferecer-lhes aqueles miminhos. E depois não há nada pior do que receber um presente e não ter nada para dar em troca, é o mínimo que podemos fazer por aquela pessoa que se lembrou de nós.

Todos os anos passo pelo mesmo processo: fazer uma lista com todas as pessoas a quem vou ofertar qualquer coisinha; atribuir a cada nome um presente e em que loja o posso encontrar; decidir em que dia vou arrastar o meu mais-que-tudo para o centro comercial para me apoiar na procura; ganhar coragem para entrar no centro comercial.

Meter-me no centro comercial ao fim-de-semana nem pensar, deus me livre e guarde. É uma missão para lá de impossível. Como há compras a fazer, um dia a meio da semana parece-me melhor. Quarta-feira.

Que se desengane quem pensa que durante a semana a coisa é mais suportável, não é (inocência a minha pensar que sim). Entre encontrões, pessoas que se metem à nossa frente como se fossemos invisíveis (será porque eu sou baixinha?), procurar os tamanhos certos e na cor que queremos, encontrar exatamente o presente que procuramos...ufa...ninguém merece. Eu que até levava comigo alguma paciência acabei por perdê-la logo. É de uma pessoa se descabelar no meio das lojas e gritar "Mas chega para todos. Um pouco de civismo por favor".

Mas consegui! Comprei a grande parte dos presentes que queria. Faltam alguns mas resolve-se mais facilmente (menos a do meu querido namorado, que vai com certeza ler este textinho. É dificil escolher uma coisita para ti).

A demanda aproxima-se do fim. Coragem minha gente, pensem que é só uma vez por ano :)

 

 

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