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Placas de fogão: opiniões precisam-se

por Maria Popia, em 02.12.15

Ajudem-me aqui numa coisa.

Se tivessem que escolher entre uma placa de fogão a gás ou a eletricidade (indução, vitrocerâmica), qual escolheriam?

Eu não gosto nada da ideia de uma placa de eletricidade, mas a verdade é que nunca tive a experiência de usar uma diariamente. Nas casas onde passei sempre usei fogão a gás, e tenho a ideia de que as outras não aquecem como deve de ser. 

Estas dúvidas surgiram porque na casa nova vamos fazer umas remodelações na cozinha e vamos pôr uma placa de fogão e forno. No forno está tudo controlado porque é elétrico mas a placa, sendo a gás, vai ser uma carga de despesas. Isto porque descobrimos que quem vai colocar o fogão não o instala, isto é, não o liga ao gás. Isso terá de ser feito por um técnico especilaizado que nos vai cobrar para cima de 50 euros. E como se não bastasse ainda vamos ter de fazer uma pequena alteração do local onde está a torneira do gás, coisa que vai custar para cima de 100 euros. No fim disto tudo, e se quiserermos ter tudo em condições, vamos ter de chamar uma entidade inspetora para verificar se está tudo bem ligado e em segurança, pagaremos mais uns 50 euros. 

Feitas as contas a isto tudo dava para comprar mais um fogão. Com uma placa elétrica é ligar à tomada e já está (se bem que já li por aí que são precisos tachos próprios para as placas de indução).

O problema é que não gosto do raio das placas a gás, no entanto e vendo bem o dinheiro que vamos gastar fica bem mais barato e prático.

Da vossa experiência, o que acham melhor?

 

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1 comentário

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De anacb a 02.12.2015 às 10:37

Tenho placas a gás há já muitos anos e não há muito a dizer - é o mesmo que ter um fogão a gás. A parte mais chata é sem dúvida a limpeza. Quanto às placas de indução, há uns anos passei duas semanas em casa de um familiar em Viena, e a cozinha estava equipada com uma dessas placas. De início fiquei com algum receio de não saber trabalhar com aquilo, mas a verdade é que me adaptei rapidamente, ao fim de dois ou três dias era como se nunca tivesse usado outra coisa. É mais ou menos como trabalhar com uma placa eléctrica, mas para muito melhor. Há que aprender a ajustar a intensidade e os tempos de cozedura, mas a partir do momento em que nos habituamos não há qualquer problema. A manutenção também é simplicíssima, há uns produtos próprios para cuidar da superfície e evitar que se estrague com facilidade. E depois dessa experiência dou por mim imensas vezes a desejar ter comprado uma placa de indução em vez de uma a gás. Claro que seria preciso renovar o trem de cozinha, mas do mal o menos, e hoje em dia os preços já são bem mais em conta.
Mas, claro, é apenas a minha opinião :-)

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