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Vinha eu toda feliz...

por Maria Popia, em 25.01.16

...anunciar que finalmente tenho a cozinha pronta e já tenho fogão a funcionar (mais de um mês depois, toda a história desta saga aqui) e eis que outro drama se instala.

Estava eu a lavar a loiça e reparo que tenho os pés em cima de uma poça de água. Toca a procurar em desespero de onde vinha o tsunami. Vinha das torneiras debaixo do lava-loiças e única forma de parar a enchente era ter a água cortada. Toca a ligar ao "senhor" (para não lhe chamar já aqui nomes feios) que me instalou a cozinha e que, claro, não atendeu nenhuma das chamadas.

Tivemos de chamar outro canalizador e gastar mais 35 euros. E a coisa ainda esteve negra com possibilidade de ter de tirar canos para fora e esburacar sabe deus o quê. Basicamente o "senhor" instalador que trabalha com a Leroy Merlin (onde comprámos as coisas da cozinha, e já me arrependi) deixou uma peça, que ligava às torneiras de segurança, lascada e aquilo começou a deixar passar água como se não houvesse amanhã.

Por enquanto o problema parece estar resolvido. Isto não tem estado fácil...

why-me.jpg

 

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Um mês sem fogão

por Maria Popia, em 14.01.16

fogao.jpg

Estamos precisamente há um mês sem fogão e sem forno. E perguntam vocês "oh meu deus mas como é possível?". 

Pois bem, quando nos mudámos para a casa nova, a dita cuja, não tinha placa nem forno encastrado, tinha o sítio para colocar um fogão. Não somos nada fãs de fogões sem ser encastrados e decidimos fazer umas mudanças nos móveis da cozinha, mudar o tampo e instalar uma placa e forno. Até aqui tudo muito bonito.

Optámos por ir à Leroy Merlin tratar destas coisas todas, e comprámos lá a placa do fogão e forno. A encomenda foi feita no ínicio de dezembro e demoraria um mês a chegar. Chatice número 1: estarmos quase um mês sem fogão em casa.

Mas supostamente, e como diziam os senhores da Leroy, assim que o material chegasse o instalador já estaria em stand-by e iria logo montar a cozinha. E achei eu "sim senhora parecem bem organizados". Mas não são.

Temos movéis, portas, tampo, placa e forno e um mais um sem fim de coisas empacotadas e espalhadas pela casa há mais de uma semana. Instalador que é bom nem vê-lo.

Esta malta funciona (quase) toda da mesma maneira. Quando é para vender é tudo muito bonito e fácil mas depois falham sempre.

Ontem fomos à Leroy Merlin, que não conseguiu chegar à fala com o instalador e ficamos de, supostamente, receber um telefonema do dito senhor hoje.

Estamos fartinhos de ter de comer fora e a nossa paciência está em modo - 20.

Já tiveram alguma experiência destas (e foi com a Leroy Merlin)?

 

 

 

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Placas de fogão: opiniões precisam-se

por Maria Popia, em 02.12.15

Ajudem-me aqui numa coisa.

Se tivessem que escolher entre uma placa de fogão a gás ou a eletricidade (indução, vitrocerâmica), qual escolheriam?

Eu não gosto nada da ideia de uma placa de eletricidade, mas a verdade é que nunca tive a experiência de usar uma diariamente. Nas casas onde passei sempre usei fogão a gás, e tenho a ideia de que as outras não aquecem como deve de ser. 

Estas dúvidas surgiram porque na casa nova vamos fazer umas remodelações na cozinha e vamos pôr uma placa de fogão e forno. No forno está tudo controlado porque é elétrico mas a placa, sendo a gás, vai ser uma carga de despesas. Isto porque descobrimos que quem vai colocar o fogão não o instala, isto é, não o liga ao gás. Isso terá de ser feito por um técnico especilaizado que nos vai cobrar para cima de 50 euros. E como se não bastasse ainda vamos ter de fazer uma pequena alteração do local onde está a torneira do gás, coisa que vai custar para cima de 100 euros. No fim disto tudo, e se quiserermos ter tudo em condições, vamos ter de chamar uma entidade inspetora para verificar se está tudo bem ligado e em segurança, pagaremos mais uns 50 euros. 

Feitas as contas a isto tudo dava para comprar mais um fogão. Com uma placa elétrica é ligar à tomada e já está (se bem que já li por aí que são precisos tachos próprios para as placas de indução).

O problema é que não gosto do raio das placas a gás, no entanto e vendo bem o dinheiro que vamos gastar fica bem mais barato e prático.

Da vossa experiência, o que acham melhor?

 

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Da série "dúvidas existênciais na cozinha"

por Maria Popia, em 27.04.15

Ontem para o almoço resolvi fazer uma receita do meu adorado Chef Tiger (olhem ele aqui mai lindo). 

A receita é de uma tarte de atum, coisa simples. O meu problema foi que na receita dizia que devia estar 20 minutos no forno e a minha teve cerca de 1H30. Ora, isto é normal?

A tarte leva molho béchamél e foi mesmo o raio do dito molho que nunca mais deixava de estar tipo sopa.

Será que me escapou alguma coisa? Ou será o meu fogão que não aquece normalmente?

Pelo menos, e depois de tanto tempo no forno, lá tirei a tarte e estava muito boa.

Rainhas e reis dos cozinhados deste mundo, ajuda precisa-se!

burnthe beer.jpg

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Camadas do céu

por Maria Popia, em 14.01.14

Aqui vos deixo uma sugestão de uma sobremesa super fácil de fazer e que não abusa dos açúcares. É simples, bastam 4 pêssegos, 500ml de iogurte grego (podem ou não juntar-lhe um pouco de açúcar), 2 chávenas de cereais (eu comprei um pacote de cereais com passas na área viva do continente) e por fim hortelã para decorar.

O primeiro passo é descascar e cortar os pêssegos em cubinhos. Depois, em taças individuais, fazemos camadas de iogurte, pêssego, cereais e repetimos de modo a que a última camada seja de pêssegos e cereais. No fim podem decorar com um raminho de hortelã  (eu não tinha por isso não houve decoração). Levamos ao frigorífico até servir.

Esta sobremesa dá para quatro pessoas mas se aumentarem os ingredientes podem servir a quantas pessoas quiserem.

 

 

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Coisas que aconselho #1

por Maria Popia, em 09.09.13

A partir de hoje vou partilhar convosco algumas coisas que fazem parte da minha vida mas que também podem fazer parte da vossa. A minha opinião vale o que vale, é certo, mas quando encontramos coisas que nos inspiram de alguma maneira porque não partilhá-lhas com os outros?

Pois bem, hoje partilho a minha adoração pela continente magazine (ninguém me paga pela publicidade, infelizmente).

Sempre passei pelas caixas do continente sem ligar muito aos produtos que, por vezes, os colaboradores nos tentam vender. Pois fazia eu muito mal. Um dia, enquanto esperava que a senhora de idade à minha frente encontrasse o talão que dava desconto nas ervilhas (ou noutra leguminosa qualquer), pus-me a folhear a dita revistinha. Qual não é o meu espanto quando me vejo rendida às receitas simples e apetitosas que vêem no bendito livro.

Desde esse dia sou fã e compro todos os meses. Nunca fui muito dada a cozinhados e a verdade é que também não acho que tenha muito talento, mas todos precisamos de comer não é?

O ponto alto da revista são as receitas. Ando uma verdadeira "experimentadora" de tudo o que é receita e até agora ainda não puxei fogo ao exaustor. As receitas são bastante simples, muuuuuito boas e bastante económicas. Podemos encontrar desde entradas, a pratos vegetarianos, carnes, peixes e sobremesas. Há também uma secção que nos ajuda a preparar as refeições para toda a semana com direito a listinha de compras e tudo. 

Confesso que tem sido para cima de espetacular contar com esta pequena ajuda na hora de escolher o que fazer para o almoço/jantar  ou o que levar na minha marmita para o trabalho (levo todos os dias comidinha de casa e poupo que só visto).

Além das receitas a revista tem muitas coisas úteis, como talões de desconto, dicas para emagrecer e ter uma alimentação saudável, dicas de decoração, conselhos para o regresso às aulas...enfim dependendo do mês as temáticas são diferentes.

Já sabem, da próxima vez que passarem pelo continente prestem atenção à continente magazine. Nos dias que correm e com a correria que é a nossa vida todas as ajudas são bem-vindas.

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