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Demasiada bonecada

por Maria Popia, em 17.11.15

É basicamente isto que penso ao ver hoje o facebook.

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Não, não, não...isso não se faz

por Maria Popia, em 02.09.15

Estava eu a deslizar pelo facebook quando me deparo com uma daquelas coisas que nunca deveriam voltar a ver a luz do dia. 

Sabem aquelas bonitas cassetes VHS com figurinhas tristes da nossa infância/pré-adolescência? (os avós fazem especial questão em guardar este item de forma zelosa).

Pois bem, agora quem teve a triste ideia de digitalizar estas cassetes e depois espetar as ditas filmagens no facebook? 

No caso do vídeo que vos falo, a protagonista, uma conhecida minha (o facebook é assim, mais conhecidos que amigos), protagoniza uma bonita sessão de karaoke caseiro. Protagoniza ela e as suas borbulhas da puberdade, os seus cabelos desgrenhados e afins. Aposto que estão a ver o quadro, afinal todos passámos por isso e não há que negar.

Este tipo de situações deve, quanto muito, ser revista pelos próprios autores num cenário íntimo e com a certeza de que não há vizinhos ao longe com acesso visual ao nosso televisor. Agora estar assim exposta no mural de centenas (?) de pessoas?

Mais uma prova de que algumas pessoas não deviam ter facebook. Estraguem lá as vossas vidas mas não arruinem reputações alheias.

 

 

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Das irritações # 3

por Maria Popia, em 23.12.14

Os vídeos/fotos de balanço do ano feitos no facebook.

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As polémicas facebookianas

por Maria Popia, em 11.01.13

Sou uma utilizadora do Facebook desde 2004. Entrei na rede social quando ainda muito pouca gente a conhecia ou sequer tinha perfil criado. Os anos foram passando e assisti ao aumento dos utilizadores, a todos os meus amigos estarem presentes (o que é bom), mas também à migração dos que tinham hi5 para o Facebook e do aparecimento de muita gente demasiado nova para ter acesso a esta ferramenta. O Facebook foi-se tornando mais banal. 

Nestes últimos tempos o Facebook tornou-se num meio de dar voz a quem não tem nada de verdadeiramente significante para dizer. Pior, tornou-se num desfile das chamadas pessoas que "só têm garganta", mas que depois não fazem nada para mudar as situações com as quais se revoltam profundamente nos seus perfis. Isto acontece muito com a crise e a suposta indignação que todos demonstram em uníssono. A verdade é que na hora de irmos para a rua, de efetivamente fazermos uma coisa palpável para mudar este mal-estar, são poucos os que aparecem.

As pessoas têm tendência a levarem-se demasiado a sério. Somos todos muito brincalhões e curtidos mas se aparece alguma coisa que consideramos digna de maltratar, rebaixar, gozar mesmo, vamos todos fazê-lo no Facebook. E depois todos os nossos amigos (a maioria são conhecidos) vão fazer o mesmo. 

Defendo que niguém é dono da verdade, e ninguém deve fazer juízos de valor (fazer grandes juízos de valor é outra moda nas redes sociais) de outras pessoas. Será que já olhamos bem para nós antes de criticar os outros?

Enfim...lembrei-me disto tudo graças à recente polémica com os vídeos da Samsung e da menina que quer uma Chanel. Não a vou a defender nem a vou acusar, é um assunto que simplesmente não me interessa. Serve apenas como um exemplo, entre muitos outros que já aconteceram ou que ainda vão acontecer, de como deveríamos usar as nossas indignações para coisas mais úteis à sociedade. Há situações mais dramáticas neste nosso país em crise que mereciam mais a nossa união (união real e não virtual), a nossa revolta. 

E sim, têm razão se me questionarem, se estou para aqui a maldizer o Facebook e seus utilizadores porque não apago o meu perfil? É uma ótima questão para a qual não tenho uma resposta fácil. É um hábito (às vezes até um vício), é um meio de me ligar a pessoas que não vejo diariamente. E a minha opinião vale o que vale (não me crucifiquem). Ainda bem que há exceções ao que digo, não estou a generalizar.

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